A farra da Secom no governo Flávio Dino

O lamentável é que enquanto os gastos com propaganda oficial bamburra no governo comunista, os maranhenses padecem em áreas sensíveis como a saúde, que vai de mal a pior, saneamento básico, segurança e por aí vai.

“A propaganda é a alma do negócio”, diz o jargão do mundo publicitário que se tornou um um dos mais conhecidos ditos populares.

No Maranhão, o Governo do Estado leva esse jargão a um outro patamar.

Pelo Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA)/2018 encaminhado pelo governo Flávio Dino (PCdoB), o orçamento destinado à Secretaria de Comunicação Social é da ordem de R$ 61,9 milhões à disposição. O valor é R$ 3 milhões maior que os R$ 58,9 milhões aprovados para o ano de 2017, que pode ser elevado ao longo do exercício de ano que vem.

Quando estavam na oposição, os comunistas viviam esperneando por conta dos gastos da “oligarquia” com a comunicação do Palácio dos Leões. Agora fazem igual ou até pior, basta comparar!

É até compreensível essa obsessão comunista pela comunicação, uma vez que é próprio das ideologias autoritárias o culto à personalidade, a prática da megalomania, a aniquilação, se não física, moral dos adversários, e nada melhor do que usar e abusar de políticas de comunicação para atingir esses fins.

O lamentável é que enquanto os gastos com propaganda oficial bamburra no governo comunista, os maranhenses padecem em áreas sensíveis como a saúde, que vai de mal a pior, saneamento básico, segurança e por aí vai.

Mas, fazer o quê, né, se o dono do orçamento da Comunicação é candidato a deputado federal e precisa desesperadamente por uma imunidade parlamentar…

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